Deixa desmoronar, se é o que pesa. Deixa ser real.
Continua sendo azul, mas dá chance ao amarelo.
Se deixa misturar, mas sem perder a essência.
Deixa entrar o magenta e o verde.
Aceita os intervalos, assim talvez volte a se sentir ausente da culpa.
Em resposta ao post Fim, no O Azul Violento.
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